

Tipo: Fortaleza
Macroregião: Planície de Aron-Mond
Reino/Território: Eghateron
O Castelo Angus é uma fortaleza robusta situada no ponto de encontro de três províncias do Reino de Eghateron: o Vale de Austen, ao norte; a Planície de Aron-Mond, ao sul; e os Campos Baixos, a leste. Sua localização estratégica assegurou, durante séculos, o controle do tráfego no coração do reino, permitindo à influente Família Angus, dirigente da fortaleza, acumular grandes riquezas por meio do comércio que passava pela região. A estrutura compreende uma ampla área murada elevada na encosta da montanha, com estábulos, residências e áreas de treinamento militar. No interior, ergue-se um pátio fortificado e abaixo é margeado pela estrada principal, ponto de passagem obrigatória para viajantes e comerciantes, onde se concentram atividades mercantis em barracas improvisadas. A fortificação propriamente dita estende-se para o interior da montanha, abrigando os setores administrativos e residenciais da família senhorial. A fortaleza foi construída com a finalidade de controlar o fluxo de pessoas ao sul da grande Cidade Elétrica.
Historicamente, a estrada que margeia o castelo em sua base abaixo na montanha, raramente foi fechada, e o controle sobre o fluxo de pessoas era pouco rigoroso, uma vez que a maioria dos viajantes eram súditos do próprio reino ou comerciantes que transitavam entre as vastas rotas de suprimento da Planície de Aron Mond. Ainda assim, a presença de soldados em constante vigilância assegurava a ordem e a autoridade dos Angus sobre o território. A partir do terceiro período histórico de Ivalkar, a fortaleza adquiriu uma função de caráter mais sombrio. Em seu interior foi instituída uma prisão destinada ao confinamento de entidades sobrenaturais capturadas pelo reino, onde práticas cruéis e experimentos foram conduzidos em busca de conhecimento e vantagem mágica. Essa nova atribuição marcou um capítulo obscuro na história do castelo, contrastando com o prestígio que simbolizava anteriormente. O Castelo Angus permanece como testemunho da era de ouro das famílias de Eghateron, período em que o reino esteve sob domínio quase absoluto dos grandes clãs e de seus primogênitos, que ditavam o destino político e militar da região
